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Lost days, pictures fade.
sexta-feira, 3 de abril de 2009


Bem, hoje não é um dia comum, não é um dia nada comum. Hoje é dia 3 de abril.
O que isso significa? Bem, isso significa que há 17 anos atrás, uma criaturinha incrível nasceu. Uma criaturinha teimosa, perfeccionista, ciumenta, chatinha, mimada, gordinha, e ainda assim, a pessoa mais encantadora, perfeita e única que eu conheço, chegou aqui para mim. Só para mim.
E eu nem sei como agradecer por isso. Não sei como agradecer aos seus pais, a quem está ao seu lado, a quem cuidou de ti, te deixando vivo e inteiro, para mim. Só para mim.
Também tenho que a agradecer a todos os seus amigos, a sua irmã, suas primas, seus tios, que te deram todo o suporte, apoio e coragem, dando-lhe forças e continuar aqui, para mim. Só para mim.
A questão em foco é que hoje é um dia totalmente diferente dos outros. É um dia que eu acordei sorrindo, apesar de estar longe de ti, e dormirei sorrindo, por saber que por mais que a distância - em todos os sentidos - seja gigantesca, você ainda estará aqui para mim, hoje, amanhã e... por minha parte, para sempre.
Sabe, amor... Eu nem sei como te pedir desculpas. Eu lembrei do seu aniversário, mas como a Lih disse que não entraria, eu não entrei. Digo, nada nesse computador tem graça sem seu mal humor, sem o seu ciúmes. Nada tem graça para mim, se você não estiver comigo.
Eu realmente suplico por perdão, pois não podia ligar, celular novo e de conta, o que significa papai no comando, ou seja, monitoração de números recebidos e enviados. Já sabe..
Mas bem, acho que ainda tenho que agradecer por poder passar essa data contigo. É a primeira, acredita? De muitas, é claro. Se depender de mim, completo.
Obrigada, meu amor. Por me dar a oportunidade de passar isso contigo, por me suportar, por não me esquecer, por ter entrado na minha vida, por ter se apaixonado por mim, por ter me dado motivos para me apaixonar por ti, por ser a pessoa mais incrivel que eu já conheci.. Obrigada, obrigada. Obrigada por existir, por sorrir, por respirar, por ser o meu Edward. Obrigada.
Eu sei que tudo tem que ter o seu fim, mas o nosso amor não é assim. Porém, esse texto continua com os mesmos padrões da vida. Sincero - da minha parte -, e consequentemente, com fim.
E o fim, dessa vez, será diferente. Não direi o quanto te amo, o quanto sinto a sua falta. Não suplicarei por nada, nem farei citações de poemas ou músicas. Não falarei nada. Só pedirei algo.
Feche os olhos por alguns instantes, sinta o meu amor por ti. O meu amor, que não se pode ser igualado, medido, falado, impedido. Meça-o, fale-o, mas não o iguale, não conseguirá. Feche os olhos e veja a faixa infinita que representa o que sinto por você.
Feche os olhos e me sinta ao seu lado, pois eu estou. E meu coração também.

Forever and always. <3